Fala galera, vocês estão bem?
Algo que sempre converso com os meus amigos é a importância sobre planejamento e vocação, e na área profissional não é diferente. Infelizmente, a maioria das pessoas não param para refletir em qual área ela tem vocação para trabalhar, ou em qual gostaria. E quando param para fazer isso, fica só no pensamento mesmo. As pessoas começam a trabalhar às vezes pela necessidade ou pela vontade de ter dinheiro para outros fins, e aceitam empregos em áreas que não gostam. Não que seja errado trabalhar com o que não gosta, se for feito de maneira honesta.
A questão é que a maioria permanece em áreas que não gostam por uma vida inteira, e o trabalho em vez de se tornar algo em que elas gostam de ir, se torna um fardo. Como eu ouvi uma vez em uma música, parece que estão indo para a Cruz.
Se uma pessoa, por exemplo, tem vocação para trabalhar na área de veterinária, mas está ainda na faculdade, e não tem oportunidade de estágio ou um trabalho em tempo integral na área desejada, tudo bem ela trabalhar em outra área, até conseguir o que almeja. Afinal, as contas vão vir, independente com o que se trabalha.
Quando trabalhamos com o que temos vocação ou com o que gostamos, trabalhamos de maneira melhor, com interesse em se desenvolver. Nos tornamos solucionadores de problemas, em vez de ficarmos somente reclamando, e com isso, nossos ganhos aumentam. Quando não trabalhamos com o que gostamos, normalmente fazemos somente o básico, aquilo que nos é pedido, e ficamos sempre na mediocridade, e dificilmente teremos altos ganhos dessa maneira.
No meu caso, estou nessa transição de carreira. Atualmente faço a parte fiscal dentro do escritório contábil. Mas, estou migrando para a área de finanças investimentos. Não vou aqui reclamar do trabalho que faço do ramo contábil, afinal foi o que pagou as minhas contas por muitos anos, e aprendi e me desenvolvi muito, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Mas cheguei naquele momento, em que não vejo mais sentido no que faço, vou para o trabalho somente para ter o salário, e não tem o propósito naquilo.
Termos em mente o que gostamos de fazer e onde queremos chegar, é onde começa o plano do que devemos fazer, e quais caminhos devemos seguir. É necessário fazer cursos? Procurar uma nova formação? Já podemos nos desligar da onde estamos e partir em busca do que queremos? São perguntas que nos ajudam.
Até a próxima.








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